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ANVISA CRITICA RESISTÊNCIA A REMÉDIOS FRACIONADOS

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O presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, criticou ontem (20/06), em audiência pública no Congresso, a resistência de indústrias e farmácias. No Brasil, 28% das intoxicações que ocorreram nos últimos dez anos foram causadas por medicamentos, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Na avaliação do governo, o índice poderia ser reduzido caso a compra de remédios fracionados aumentasse, já que esse tipo de medicamento, além de reduzir os custos para a população, evita a armazenagem de remédio em casa. Na opinião do presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, é preciso o envolvimento dos conselhos de farmácia e da associação de farmacêuticos para que haja mais divulgação dos fracionados.
 
Dirceu Mello participou hoje de discussão na Câmara dos Deputados sobre o Projeto de Lei 7029/06, que dispõe sobre o registro de medicamento fracionado. O projeto determina a adequação de estabelecimentos e registro de medicamentos, o não repasse do custo da adequação ao consumidor, a não exigência de alteração ou nova licença e autorização de funcionamento para farmácias que comercializarem os fracionados e ainda um prazo para cumprir essas regras.
 
De acordo com o presidente da Anvisa, apesar da resistência de indústrias e farmácias, a produção de medicamentos fracionados aumentou no último ano. Atualmente, 13 laboratórios produzem 135 remédios de 24 classes terapêuticas diferentes (como analgésicos e antibióticos) apresentados de 507 maneiras.
 
Fonte: Notícias Terra / Agência Brasil

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