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Perigo invisível: antenas são risco à saúde

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As antenas de telefonia móvel, conhecidas como ERBs, são uma das vilãs na transmissão de radiação. Além de estarem cada vez mais espalhadas pelo mundo, elas são o que os especialistas chamam de perigo invisível, isso porque a população está habituada a conviver com elas e não percebe seus riscos.

Segundo o radiestesista e membro da Abrad (Associação Brasileira de Radiestesia) Marcelo Gomes, “essas frequências promovem um conflito no sistema nervoso central, podendo gerar diversos distúrbios, tais como: dores de cabeça, debilidade da visão, comprometimento do raciocínio, fadiga, estresse e também perda da capacidade de processamento e armazenamento de informações pelo cérebro, pois este tem que compensar a interferência de uma frequência diferente de sua atividade”.

“O ideal é evitar a exposição excessiva a esse tipo de radiação, seja de antenas ou de aparelhos”, alertou o especialista. Porém, essas ERBs estão por toda a parte e parecem imperceptíveis aos olhos da população.

De acordo com Gomes, no entanto, cada cidade segue uma linha para fiscalizar e adotar a distância, frequência e voltagem que as torres podem ficar da população. "os padrões deveriam existir, mas nem tudo é seguido à risca", disse.

Segundo ele, assim, o que existe é uma recomendação de que as pessoas fiquem, no mínimo, a cem metros de distância das antenas. O especialista, contudo, admite que, para muitas pessoas, “mudar das áreas muito próximas de antenas pode ser difícil”. Para elas, a Anatel aconselha que façam denúncias e entrem em contado com as prefeituras e órgãos fiscalizadores de cada município.

Cidade modelo

Na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, a rigidez é maior. As ERBs (estações de rádio bases) – que fazem a transmissão para os sistemas de telecomunicações entre aparelhos sem fio – seguem padrões equivalentes aos suíços. “A intensidade do campo elétrico deve ficar entre 4 Volts por metro (para instalações que transmitam exclusivamente na faixa de 800 MHz a 900 MHz) a 6 Volts por metro (para instalações que transmitam exclusivamente na faixa de 1700 MHz ou superior)”, disse a Smam (Secretaria Municipal do Meio Ambiente).

Segundo a Smam, esses índices são dez vezes menores que os previstos da legislação federal brasileira. “Embora não muito conclusivos, os estudos divulgados nos últimos anos motivaram uma reação mais forte da cidade para garantir a saúde da população”, afirmou o órgão.

O aumento dos telefones celulares e, é claro, da comunicação pessoal através deles, fez com que os grandes centros parassem para pensar nas consequências trazidas pela radiação emitida por celulares. “Houve a necessidade de que atitudes em relação ao assunto fossem tomadas. E isso faz quase dez anos”, informou a Smam.

Risco às crianças

Em crianças o efeito é ainda maior. De acordo com Gomes, “como estão em fase de evolução e desenvolvimento, não devem ser atingidas por um corpo estranho, por faixas de luzes que interferem na formação de suas conexões”.

No cérebro de uma criança ou adolescente, a exposição excessiva poderia danificar a geração dessas conexões. De acordo com o especialista, “isso pode gerar inúmeras dificuldades, tais como diminuição do crescimento normal, do raciocínio, maior dispersão, distúrbios do sono, dificuldade de absorção de nutriente e vitaminas e outros mais”.

Fonte: BAND

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