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Motivados por “Negocia, Dilma”, servidores promovem dia nacional de lutas nesta terça

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11 de junho de 2014
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Servidores promoveram um dia nacional de lutas em diversos estados nesta terça-feira. Com o mote "Negocia, Dilma", a categoria volta a cobrar mudanças na postura do governo no que diz respeito ao setor público. Foi um dia para lembrar o incômodo dos servidores com a postura que vem sendo adotada, principalmente pelo Ministério do Planejamento que tem evitado o diálogo e fechado portas para uma tentativa de superar impasses instalados em uma série de demandas pendentes. No último mês, a Condsef e outras entidades que compõem o fórum em defesa dos servidores e serviços públicos conseguiram se reunir com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Na ocasião, Carvalho se comprometeu a ajudar na intermediação do diálogo entre servidores e Planejamento.

Esse canal será importante para que os servidores possam dialogar sobre diversos itens da pauta de reivindicações urgentes da categoria e que não necessariamente implicam em impacto no orçamento desse ano. Pontos como regulamentação da negociação coletiva e mesmo reajuste em benefícios como auxílio-alimentação que não estão atrelados ao orçamento e podem ser concedidos a qualquer tempo, são alguns dos itens que os servidores esperam encontrar espaço para o debate.

O fórum também se reuniu nessa terça na sede da Condsef. As entidades reafirmaram a necessidade de continuar o processo de mobilização e pressão junto ao governo em busca de avanços nos debates pendentes. Entre atividades já previstas está mais um dia nacional de lutas no próximo dia 25. O fórum volta a se reunir no dia 16 desse mês para discutir novas atividades conjuntas. Os servidores seguem discutindo como reagir para conquistar as demandas mais urgentes colocadas.

Enquanto isso, categorias como técnicos administrativos das universidades, institutos federais de ensino, servidores da Cultura e IBGE seguem resistindo e conduzindo sua luta por reivindicações legítimas. Dentro de um cenário desfavorável, a postura inflexível do governo não está deixando opções aos servidores que não o de pressionar pelo cumprimento de acordos estagnados.

Fonte: Condsef

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