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Ministério do Planejamento e Sinagências começam os debates sobre a Negociação Salarial de 2018

 

Membros da Diretoria Executiva Nacional (DEN) do Sinagências, do Conselho Fiscal, Comissão de Ética e Ouvidoria estiveram presentes no início desta semana (10.04), com o coordenador de negociação do Ministério do Planejamento (MP), José Borges de Carvalho para a primeira audiência, do início dos debates da Negociação Salarial da categoria de 2018.

Logo no início, o presidente do Sinagências, João Maria Medeiros destacou a importância do canal aberto com o ministério e do reconhecimento da entidade na mesa de negociação, também analisou que mesmo após a mudança do cenário político nesses dois anos e “apesar das dificuldades econômicas e financeiras do atual governo, a entidade volta à pauta de negociação justamente para entender o que se pode esperar e ter reais expectativas em relação ao início dos debates para as negociações”.  

“Precisamos de uma direção, sabemos que o governo é uma composição de forças e estamos sem acordo. O último acordo ficou aquém da nossa expectativa e minimamente é necessário traçarmos um caminho para começar os debates e saber se haverá espaço dentro do orçamento federal”, refletiu o presidente do Sinagências.

Após, o secretário geral do Sinagências, Alexaldo Queiroz começou a expor detalhadamente as pautas de reivindicação de todas as categorias dispostas em ofício enviado previamente ao Ministério e acompanhado por Carvalho.  “Pedimos a diferença do que foi dado ao acordo dos cargos do ciclo de gestão, ainda para os cargos de nível superior pretendemos a equiparação com cargos da tabela salarial dos cargos de nível superior do ciclo de gestão, para o nível médio queremos a alteração de requisito de ingresso para nível superior e uma tabela salarial equiparada aos policiais rodoviários federais”, elencou Alexnaldo.

O secretário geral da entidade  lembrou a necessidade do debate passar pela reflexão da “importância em destacar a própria atividade regulatória não só no âmbito dos cargos que fazem a gestão normativa, mas também, os cargos que estão na ponta realizando a atividade fiscalizatória, como o do PEC da Anvisa e o de fiscalização da ANTT”. 

Ainda foi tratada e explicitada a necessidade de resolução para as pautas emergenciais atuais como a manutenção do incentivo aos sanitaristas, pagamento de adicionais para os cargos que são remunerados pela forma de subsídio, a inclusão dos cargos de atividade regulatória na lei 12855/2013, reposição inflacionária das diárias pagas aos servidores em atividades, equiparação do auxílio-alimentação, manutenção dos cargos comissionados das Agências Reguladoras, jornada de trabalho e controle de frequência diferenciado, entre outras. 

Outro tema que ao final teve atenção durante as conversas foi à incorporação das gratificações da media dos pontos dos últimos 60 meses dos aposentados. Sobre essa questão, Carvalho disse que “deverá ocorrer em breve à instalação de um sistema que irá parametrizar as informações e a partir disso a conversão do valor a ser pago será feita e somente após os pagamentos realizados”.  Mas para isso, o sistema ainda está em fase de testes e enquanto esse processo não finalizar, não haverá recebimento da referida incorporação a ninguém como ocorre atualmente, ao final quando tudo estiver certo, os pagamentos serão feitos retroativamente.  

Essa foi uma primeira rodada de conversas, o Sinagências continuará a levar a pauta de interesse de toda a categoria e seguirá lutando por conquistas para a atividade regulatória.

 

DIRETORIA EXECUTIVA NACIONAL

Fonte : Ascom/Sinagências 

 

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