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LEILÃO DA ANP OFERTARÁ 284 BLOCOS EXPLORATÓRIOS

BOLETIM DO JURÍDICO Nº 6 – 8 DE AGOSTO DE 2006 – ANO II
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11 de agosto de 2006
A lista é bem inferior aos 1.134 blocos oferecidos no leilão anterior e, pela primeira vez, exclui a Bacia de Campos, principal região produtora do País
 
Nicola Pamplona
07 de agosto de 2006 – 20:31
RIO – A Agência Nacional do Petróleo (ANP) anunciou nesta segunda-feira, 7 que oferecerá 284 blocos exploratórios na oitava rodada de licitações para exploração e produção de petróleo e gás no País, marcada para o final de novembro. A lista é bem inferior aos 1.134 blocos oferecidos no leilão anterior e, pela primeira vez, exclui a Bacia de Campos, principal região produtora do País. A Bacia de Santos, com grande potencial para reservas de gás, terá 28 áreas, que somam 12,2 mil quilômetros quadrados.
 
A ANP não explicou o motivo da redução no número de blocos, que foi determinada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Segundo nota oficial distribuída no início da noite de hoje, a agência afirma que a rodada de licitações terá ênfase nas áreas com potencial para o gás natural. Além de Santos, serão leiloadas áreas nas bacias de Barreirinhas, Espírito Santo, Pará-Maranhão, Pelotas, Santos, Sergipe-Alagoas e Tucano.
 
Ao todo, a ANP oferecerá 101 mil quilômetros quadrados no leilão. Grande parte dessa área (cerca de 85 mil quilômetros quadrados) está localizada em regiões consideradas novas fronteiras petrolíferas, que ainda não tiveram grandes investimentos exploratórios. O restante foi destinada a áreas de alto potencial de descobertas (15 mil quilômetros quadrados) e áreas maduras, onde já houve grandes investimentos em exploração. Hoje, a agência informou o reinício das operações no campo de Foz do Vaza-Barris, em Sergipe, que estava desativado desde 1997.
 
Trata-se do primeiro deste tipo reativado desde o ano passado, quando a ANP começou a leiloar reservas abandonadas pela Petrobras no passado. O campo foi arrematado pela RAL Engenharia, que estima poder produzir até 60 barris de petróleo por dia na região. "Essas áreas representam oportunidades para empresas de pequeno e médio portes, por exigirem menor investimento. O objetivo da ANP ao licitar essas áreas é o de criar, no Brasil, a categoria dos pequenos e médios produtores de petróleo", afirmou, em nota, o órgão regulador.
 
Fonte: O Estadão

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