A revista Veja, em reportagem publicada no dia 24 de julho, repercutiu o posicionamento do Sinagências sobre a falta de servidores nas agências reguladoras federais e os impactos desse déficit para o funcionamento dos órgãos e para o desenvolvimento econômico do país.
Com base em dados fornecidos pelo Sinagências, a Veja destaca que há quase 3.900 postos de trabalho vagos nas agências. Dos 11.873 servidores previstos em lei, apenas 7.984 postos estão preenchidos, enquanto 3.889 permanecem em aberto, o equivalente a 33% do total.
A reportagem também chama atenção para a saída de servidores das agências para outros órgãos da administração pública que oferecem remunerações mais atrativas. Ao comentar o cenário, o presidente do Sinagências, Fabio Rosa, ressaltou à Veja que a recomposição dos quadros não deve ser encarada apenas como aumento de despesa pública.
“Muitos dizem que contratar mais gente aumentaria os gastos públicos. Mas, sem isso, as agências não funcionam, nem geram oportunidades de crescimento econômico”, afirmou Fábio Rosa à revista.
A publicação dá visibilidade a um problema que vem sendo alertado há bastante tempo pelo Sinagências. O sindicato tem defendido que o fortalecimento das agências reguladoras passa não apenas pela garantia de orçamento adequado, mas também pela recomposição dos quadros, com servidores em número suficiente para assegurar atividades essenciais de regulação, fiscalização e atendimento às demandas da sociedade.
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