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Sinagências reafirma caráter classista em reunião com novos servidores da Aneel

Um sindicato unitário e classista representa certamente as necessidades dos filiados. No caso dos servidores das Agências, esta entidade se chama Sinagências.

Esta foi a síntese do recado que o presidente do Sinagências, João Maria Medeiros de Oliveira, deu em uma ambientação aos servidores que ingressaram na Aneel em 2014, na tarde desta quarta-feira (20/8), na sede da Agência.

Segundo a analista da Aneel, Daniela Pimentel, a ideia da ambientação é mostrar o contexto em que o servidor está inserido, desde a própria Agência, o setor, até a associação e o sindicato.

Assim, o presidente fez um longo histórico da construção das agências e carreiras para demonstrar que "é preciso fortalecer a categoria e manter a união". Para ele, o desafio é mostrar que a Administração do país tem que se atualizar e a garnde luta será pela equipação salarial.

João Maria explicou que as propostas do Sinagências para o governo se baseiam na elevação da remuneração para patamares compatíveis com a de outras carreiras típicas e exclusivas de Estado; na retirada da parcela variável; na pontencialização da avaliação de desempenho para Progressão e Promoção; na unificação dos cargos, passando a existir apenas dois (Regulador Federal e Técnico-Regulador Federal); e na remuneração por subsídio.

O diretor de Políticas Públicas em Regulação, Luciano Cheberle (Aneel), lembrou que a nova gestão do Sinagências quer reforçar a relação com os filiados, "estar mais próximo nos locais de trabalho e mostrar o trabalho do Sindicato".

Com apresentações e gráficos, Cheberle demostrou a evolução salarial dos servidores ao longo do tempo e as ações que o Sinagências realizou (e vai realizar) para diminuir, ou mesmo eliminar, o fosso que se abriu a partir de 2010 em relação às remunerações pagas na CVM, Susep e Bacen. O diretor insistiu na confiança que os servidores devem depositar no Sinagências e atacou firmemente aquilo que chamou de "conversa de corredor", quando são feitas acusações ou alegações sem sentido com o objtivo de dividir a categoria e desacreditar o Sindicato. "Todos saem perdendo quando isso acontece. Portanto, procurem saber exatamente o que o Sinagências está fazendo, liguem e conversem diretamente com a diretoria".

Também presente à ambientação, o diretor Social e Cultural, Thiago Castelo Branco Coelho (Antt) explicou como a diretoria do Sindicato funciona, quantos são os diretores e como se deu a renovação. Apesar de não ser dispensado para exercer mandato classista (nenhum diretor é, apenas o presidente), Thiago fez questão de comparecer ao encontro. "Estamos todos na mesma categoria. Somos reguladores, independentemente da Agência, e precisamos estar unidos para avançar em nossas reivindicações", disse.

Durante o evento, os diretores distribuíram o jornal "O Regulador", especial sobre as atividades, debates e resoluções do III Congresso Nacional da categoria.

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