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Mães, antes de tudo, são mulheres. Na sua ampla maioria, são guerreiras que procuram garantir a vida, a integridade dos filhos e dos lares. A verdade é que as mães compreendem até o que os filhos não dizem. São pessoas de respeito e que merecem todo o respeito da sociedade. São trabalhadoras que constrõem a história desta cidade, deste estado e deste país.

Quantas mães são chefe de família? Quantas madrugam para trabalhar e trazer o pão de cada dia? Quantas dão conta de, além do trabalho fora de casa, fazer comida, passar roupa, cuidar dos filhos? A maioria, tenho certeza. Toda esta dedicação tem alto valor e o respeito é o mínimo que se espera – seja dos companheiros, seja da sociedade.

A data surgiu em virtude do sofrimento da uma americana Anna M. Jarvis que, após perder a mãe, passou por um processo depressivo. As amigas mais próximas de Anna, para livrá-la de tal sofrimento, fizeram uma homenagem para sua mãe, que havia trabalhado na guerra civil do país. A festa fez tanto sucesso que, em 1914, o presidente Thomas Woodrow Wilson oficializou a data, e a comemoração se difundiu pelo mundo afora.

As mães são homenageadas desde os tempos mais antigos. Os povos gregos faziam uma comemoração à mãe dos deuses, Reia. Na Idade Média os trabalhadores que moravam longe de suas famílias ganhavam um dia para visitar suas mães, que os ingleses chamavam de "mothering day".

Veja que as palavras "mãe", "trabalho", "luta", "carinho" e "dedicação" estão sempre andando juntas.

Por tudo isso, o Sinagências expressa a elas, a essas guerreiras, nossa eterna admiração! Parabéns a todas neste grande dia!

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