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Ato Público no Aeroporto de Congonhas/SP contou com grande número de servidores

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Na sexta feira passada, dia 27/07/2012, a Secretaria Sindical de São Paulo realizou ato público no aeroporto de Congonhas/SP, assim como nas sedes da ANAC e ANVISA.

O ato contou com a presença de um grande número de reguladores.

Na oportunidade, os servidores protestaram contra o Decreto 7777/2012 e exigiram que o governo trate as carreiras das agências reguladoras e DNPM como de Estado.

Não há motivo para o não atendimento ao pleito, uma vez que exercermos atividades de ESTADO, afirma o Diretor de Organização Adjunto do Sinagências, Wellington Aguilar. Além disso, o custo orçamentário anual para que as reivindicações sejam atendidas é muito baixo, da ordem de 150 milhões, acrescenta Wellington.

Segundo Márcio Colazingari, membro do Comando de Greve local, o governo precisa apresentar uma proposta o mais rápido possível, para que os prejuízos advindos da paralisação não sejam impostos aos servidores, mas sim ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG, que dificulta as negociações ao não apresentar propostas. Como exemplo, ele cita as fiscalizações da ANATEL relacionadas a habilitações de novas linhas do Serviço Móvel Pessoal e as monitorações de conteúdo referentes às propagandas políticas obrigatórias, principalmente devido ao fato desse ano haver eleições municipais.

Colazingari aponta o comentário realizado pela comentarista da Rede Globo, Miriam Leitão:

"O GOVERNO PRECISA NEGOCIAR; ELE É O EMPREGADOR E DEVE GERENCIAR ESSA CRISE APRESENTANDO PROPOSTAS".

Já Alba Ikeda, membro da Secretaria Sindical de São Paulo e servidora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, esclarece que não é só a ANVISA que deve sofrer o ônus da greve na imprensa, mas todas as agências reguladoras, uma vez que cada uma tem sua importância para o PIB brasileiro.

O Especialista em Regulação e participante do movimento, Paulo Eduardo dos Reis Cardoso, elucida ainda que a greve é o único instrumento que restou ao servidor para exigir um proposta concreta do governo. Não gostamos de fazer greve, mas não há outro caminho, acrescenta Cardoso.

Por isso servidor, intensifique a luta, pois não há outra saída.

 

 

 

 

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