domingo, outubro 21

Sinagências e ANATEL se reúnem para discutir sobre Equipamentos de Proteção Individual (EPI)

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Com o objetivo de tratar sobre Equipamento de Proteção Individual (EPI), o Diretor de Política Pública em Regulação do Sinagências, Luís Bernardo Bieber, reuniu-se no dia 17 de maio com representantes da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). O encontro aconteceu na sede da agência, em Brasília.

Representando a agência, estiveram presentes o Assessor Gerente de Administração e Desenvolvimento de Pessoas, Eduardo França, o Gerente de Suporte à Fiscalização, Marcel Fleury, a Assessora Gerente de Suporte à Fiscalização, Andrea Costa e o Coordenador de Saúde, Alan Neves.

A pauta decorre de reivindicações dos servidores das Agências Nacionais de Regulação, apresentadas ao presidente do Sinagências, Alexnaldo Queiroz, durante visitas nas agências pelo Brasil. Na reunião com a ANATEL, o principal ponto de discussão foram os EPIs para os servidores nas áreas de fiscalização, como luvas e botas de proteção.

De acordo com o Diretor do Sindicato, servidores relataram que as luvas utilizadas não são suficientes para proteger de choques. Segundo Eduardo França, da ANATEL, há uma evolução no setor de comunicação, inclusive nos piratas, e que alguns aparelhos emitem uma descarga elétrica de intensidade variável, a depender do equipamento. Por esse motivo, ainda existe o choque.

Existem luvas de diversas categorias para o nível de tensão ao qual a pessoa está sendo exposta. A ANATEL se prontificou a estudar melhor e buscar o melhor tipo de equipamento para o servidor. Explicou, ainda, que atualmente a compra desses equipamentos está centralizada na unidade regional do rio Grande Sul, que verifica a necessidade junto às demais unidades e faz uma compra única.

Antes de adotar qualquer medida, o Sinagências enviará um Ofício, com questionamentos acerca da compra dos EPIs, destacando a necessidade de um processo de compra ágil, mas que garanta a aquisição de equipamentos adequados ao exercício da atividade fiscalizatória.

Fonte: Ascom/ Sinagências

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